(visto em DVD de aluguer = o bruhaha não me convenceu o suficiente para ir ao cinema)
E absolutamente panache, glamour. Sidney Pollack pode estar em África (Minha) ou em Nova Iorque - o exercício é de estilo e bom gosto. Bateu Hitchcock aos pontos, uma vez que conseguiu convencer Kofi Annan a deixá-lo filmar dentro do Edifício das Nações Unidas.
E realmente, Nova Iorque parece radiosa, vista do Hudson, assim como a ONU, que parece sinceramente menos cinéfila se apreciada pelo lado da Grand Central Station.
Depois há a intriga (internacional), o eterno (realmente) McGuffin, uma vez que o plot político se vai desfazendo aos nossos olhos. As personagens principais, com muita amargura no cadastro, ditam umas pérolas de sabedoria africana, que nos remetem à outra África (Minha). Sean Penn está cada vez mais parecido com o Clint Eastwood de agora (na interpretação contida). Kidman também bem, permanentemente inquieta.
Thriller com estilo anos cinquenta, actualizado, não estranha e entranha. Boas pipocas. É bom rever Nova Iorque tão bonita.
E absolutamente panache, glamour. Sidney Pollack pode estar em África (Minha) ou em Nova Iorque - o exercício é de estilo e bom gosto. Bateu Hitchcock aos pontos, uma vez que conseguiu convencer Kofi Annan a deixá-lo filmar dentro do Edifício das Nações Unidas.
E realmente, Nova Iorque parece radiosa, vista do Hudson, assim como a ONU, que parece sinceramente menos cinéfila se apreciada pelo lado da Grand Central Station.
Depois há a intriga (internacional), o eterno (realmente) McGuffin, uma vez que o plot político se vai desfazendo aos nossos olhos. As personagens principais, com muita amargura no cadastro, ditam umas pérolas de sabedoria africana, que nos remetem à outra África (Minha). Sean Penn está cada vez mais parecido com o Clint Eastwood de agora (na interpretação contida). Kidman também bem, permanentemente inquieta.
Thriller com estilo anos cinquenta, actualizado, não estranha e entranha. Boas pipocas. É bom rever Nova Iorque tão bonita.